Brasil Sintético
Toda decisão importante é uma aposta sobre o futuro.
DADOS CONTAM O QUE ACONTECEU.
SIMULAÇÕES MOSTRAM O QUE VAI ACONTECER.
Motor de simulação da população brasileira. Agentes construídos dos registros oficiais, conectados pelas relações reais do país. Decisões testadas antes de tomadas.
um agente para cada brasileiro. nenhum inventado.
as relações que movem o país: casa, trabalho, escola, vizinhança.
vários casos de uso. agnóstico à indústria.
pix: o motor viu doze meses. previu os cinquenta e sete seguintes.
O brasileiro já foi medido.
Sabemos quem ele é, onde vive, quanto ganha, onde trabalha e onde estuda.
Não por estimativa — pelo Censo, pela RAIS, pelo INEP. Endereço por endereço.
E sabemos como ele se conecta.
Casa. Trabalho. Escola. Vizinhança.
5.000.000.000 de relações. Nenhuma… inventada.
210.000.000 de agentes — um para cada brasileiro.
Cada um decide sozinho.
E o comportamento do país… emerge.
Lançamento. Expansão. Campanha.
Espiar o que aconteceria — já é possível.
Nós simulamos a adesão ao Pix.
O modelo viu doze meses… e previu os cinquenta e sete seguintes.
96% dos pares de municípios — na ordem certa.
O motor é um só. As perguntas é que mudam.
O Brasil já está construído.
Agora escolha uma pergunta.
role para explorar as demos →
Onde lotear.
A mesma gleba pode virar lote popular, condomínio fechado ou estoque parado. Esta demonstração cruza renda, deslocamento casa-trabalho e pressão de demanda para mostrar, antes da compra do terreno, qual produto cada região suporta.
Onde a próxima consultora de vendas vale ouro.
Quanto maior a carteira atual, mais vínculos casa-trabalho-escola o motor tem para espelhar. Cada consultora ativa vira uma semente: o perfil das consumidoras dela é replicado em cidades com a mesma cara de rede, e a expansão deixa de ser palpite para seguir os caminhos reais que as pessoas já percorrem.
Aonde a fibra deveria chegar primeiro.
Com um orçamento fixo, o motor ranqueia municípios por densidade, renda, lacuna digital e objetivo da operadora. O objetivo é provar que o mesmo investimento gera resultados muito diferentes dependendo do critério de otimização.
Onde o campo adota.
Uma cooperativa precisa escolher entre três candidatos e três tipos de unidade. A demonstração mostra que a pergunta certa não é 'o local é bom?', mas 'bom para quê?' — e que rede e planilha podem dar vereditos opostos.
O futuro… já foi simulado.
O futuro é sintético.
O homem individual é um enigma insolúvel; no agregado, ele se torna uma certeza matemática.
Brasil Sintético
O que se pergunta ao motor
- Difusão — como uma adoção se espalha pela rede, município a município, mês a mês.
- Loteamento por raio — 1,5 km, 4,5 km e 15 km a partir de qualquer ponto.
- Timing de campanha — quando o estímulo encontra a população mais suscetível.
- Contrafactuais — o mesmo país, com uma decisão diferente. Rodamos a simulação duas vezes: uma com a decisão que você quer testar e outra sem ela. A diferença entre os dois cenários é o efeito causal da decisão — medido município a município, mês a mês.
Onde o dado acaba, a persona raciocina
O problema honesto. Nem toda pergunta tem série histórica. "Quem adota um produto que ainda não existe?" não está em banco de dados nenhum.
A solução. Para essas perguntas, um modelo de linguagem lê cada perfil demográfico real — idade, instrução, renda, urbanização, direto do Censo — e raciocina sobre a propensão dele. A persona não é um prompt inventado; é um registro censitário que ganhou voz.
A prova, antes de confiar. Perguntamos algo cuja resposta real já conhecíamos: o perfil etário de adoção do Pix, validado em 57 meses de dado do Banco Central. Ordenação perfeita das faixas etárias em 5 de 5 rodadas independentes (τ de Kendall = 1,00) e correlação de 0,97 até na forma da curva.
Feito para ser duvidado
- Todo número tem endereço — da previsão ao setor censitário, até o manifesto com hash.
- Mesma simulação, mesmos bytes — reprodutibilidade bit a bit, por plataforma.
- O que ainda não fazemos — recompra recorrente e carteira de consultora, em desenvolvimento.
Perguntas que sempre voltam
Não. Pesquisa pergunta a uma amostra o que ela acha que faria. Aqui, cada pessoa do estado existe como agente construído de registro oficial e decide sozinha; o comportamento agregado emerge das decisões individuais.